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Contra a metafísica do descarte
Recentemente, ouvi que o amor pertence a "outro plano". Que o que vivemos aqui, entre humanos, seria apenas a "sombra" — a paixão como um subproduto de algo inalcançável. Sob essa ótica, o amor seria o fio que nos une ao divino, como uma escada que nos leva para fora deste mundo trevoso. Nesta pequena frase, uma vastidão de questionamentos se abre: - O amor é algo de outro plano? - A paixão é uma projeção do amor que não conseguimos capturar? - Se o amor não é desse plano, co
Renata Araújo
8 de abr.2 min de leitura
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