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Carta aberta às mulheres mães que silenciam o medo
Neste 8 de março, enquanto o mundo se ilumina para celebrar as conquistas femininas, escrevo para aquelas que preferem as sombras. Escrevo para a mulher que, ao chegar em casa, não encontra o refúgio, mas o alerta. Para a mãe que aprendeu a ler os passos, o tom de voz e o bater de portas do próprio filho como quem lê o anúncio de uma tempestade. A maternidade nos foi vendida como um território de amor incondicional e sacrifício sem limites. Mas pouco se fala sobre o luto em v
Renata Araújo
há 1 dia2 min de leitura
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